Equipe de Saúde volta a debater sobre a raiva canina no município

Nesta sexta-feira, (6), uma equipe de profissionais ligados à Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap), voltou a ter uma nova rodada de debate sobre os iminentes riscos da população local e adjacentes sobre um novo episódio ocorrido dias atrás, quando um cachorro, com diagnóstico positivo de raiva, mordeu uma moradora da cidade e o alerta passou a ser vermelho sobre possíveis outros animais que tenham sido supostamente contaminados por aquele cão doente.

A equipe formada pela bióloga Iraci Nestor de Souza, veterinária Aline Uchoa de Castro e os técnicos da URSAP, Robervaldo Ferreira e José Augusto, todos ligados ao controle da raiva no Rio Grande do Norte, realizaram às autoridades presentes, a necessidade de uma ação emergencial efetiva no sentido de tirar de circulação todos os animais que vivam em situação de abandono, pois eles seriam a princípio, os principais alvos de uma infestação da doença já que os mesmos não possuem nenhum histórico de vacinação e isto os torna em potenciais agentes transmissor da doença.

Como o assunto tem uma profundidade muito alta, já que há polêmicas com relação a eliminação destes animais através da eutanásia, por orientação, a equipe tomou todas as providências cabíveis para que a ação seja possível, já que trata-se de uma questão de saúde pública e que, se a doença for contraída por humanos não há cura. Com base nesses dados, existe uma lei que ampara esse tipo de ação providencial. De acordo com o que foi relatado, a defensoria pública já tomou conhecimento dos procedimentos que serão adotados em Senador Elói de Souza.

Como a Lei determina que seja contratado um médico veterinário para proceder da eutanásia, a Prefeitura Municipal de Senador Elói de Souza, através da sua Secretaria de Saúde, contratou o veterinário e uma equipe para capturar e apreender os cães. No entanto, ainda não há data definida para a legitimação do procedimento.

A partir da próxima semana, a Prefeitura irá promover campanhas informativas de esclarecimento sobre a doença e suas consequências em escolas e outros locais de acesso público.

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